Perfil:

Estela, São Paulo/SP, 20 e poucos anos, estudante de engenharia, questionadora, apaixonada por aviação, cinéfila, adoradora da boa música, viciada em literatura e filosofia

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Histórico:

- 15/11/2009 a 21/11/2009 - 11/10/2009 a 17/10/2009 - 09/08/2009 a 15/08/2009 - 26/07/2009 a 01/08/2009 - 28/12/2008 a 03/01/2009 - 27/04/2008 a 03/05/2008 - 13/01/2008 a 19/01/2008 - 06/01/2008 a 12/01/2008 - 23/12/2007 a 29/12/2007 - 16/12/2007 a 22/12/2007


Leio e recomendo:

- Literatura e Outras Partículas
- Blônicas
- Macho Pero No Mucho
- Chá de Tharântulas
- Idiossincrasias
- Menina-cabeça-de-liquidificador


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Estela

Capítulo 3 - Selinho

 

 

Estela e Bruno estavam brincando no carro. Eles fingiam ser casados e estar viajando de férias, mas, durante a brincadeira, perceberam que não pareciam um casal de verdade, pois marido e mulher se beijam e eles não se beijavam. Bruno então perguntou:

 

 

Bruno: Você já beijou alguém?

 

Estela: Ainda não. Só vou beijar de língua quando eu tiver 15 anos.

 

Bruno: É, eu também. Mas selinho pode ser antes, né?

 

Estela: Pode, mas tem que ser com alguém que escove os dentes. 

 

Bruno: É mesmo. 

 

Estela: Imagina se você encontra um pedaço de carne ou casca de feijão na boca da outra pessoa!?!

 

Bruno: Eca! Que nojo! Ainda bem que eu escovo, né?

 

Estela: É mesmo, e eu também. Mas será que as pessoas não batem o nariz quando vão se beijar?

 

Bruno: Não, é só fazer igual na novela, cada um vira o rosto pra um lado. 

 

Estela: E de língua, será que não fica a maior confusão dentro da boca?

 

Bruno: Acho que não. Minha irmã falou que, pra treinar, é só colocar um gelo dentro de um copo e ficar tentando pegar com a língua.

 

Estela: Entendi...  Mas eu só beijaria na boca de alguém que eu amasse.

 

Bruno: Eu também. Você me daria um selinho?

 

Estela: Daria sim, mas aqui alguém pode ver, tem câmera.

 

Bruno: Então vamos pro térreo, sei de um lugar que não tem.

 

 

Já no térreo, quando chegaram ao tal lugar, Bruno encostou Estela na parede e disse:

 

 

Bruno: Treina no braço pra eu ver se você está fazendo certo! 

 

 

 

Enquanto Estela beijava seu braço, Bruno fazia o mesmo no dele.

 

Bruno: Isso! Agora de verdade!

 

Estela: Eu viro a cabeça pra direita e você para a esquerda, tá?

 

Bruno: Combinado! Um, dois, três e já!

 

 

Estela e Bruno encostaram rapidamente seus lábios um no outro e se afastaram ainda assustados.  A partir daí não pararam de se beijar. Era selinho pra lá, selinho pra cá, até que Estela resolveu contar pra sua mãe. Edileuza lhe deu a maior bronca. Com medo de não estar fazendo a coisa certa, Estela terminou com Bruno.

 



- Postado por: Primeira-Macaca às 18h14
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I will derive

I Will Derive
(Paródia de “I Will Survive”)


At first I was afraid, what could the answer be?
It said given this position find velocity.
So I tried to work it out, but I knew that I was wrong.
I struggled; I cried, “A problem shouldn’t take this long!”
I tried to think, control my nerve.
It’s evident that speed’s tangential to that time-position curve.
This problem would be mine if I just knew that tangent line.
But what to do? Show me a sign!

So I thought back to Calculus.
Way back to Newton and to Leibniz,
And to problems just like this.
And just like that when I had given up all hope,
I said nope, there’s just one way to find that slope.
And so now I, I will derive.
Find the derivative of x position with respect to time.
It’s as easy as can be, just have to take dx/dt.
I will derive, I will derive. Hey, hey!

And then I went ahead to the second part.
But as I looked at it I wasn’t sure quite how to start.
It was asking for the time at which velocity
Was at a maximum, and I was thinking “Woe is me.”
But then I thought, this much I know.
I’ve gotta find acceleration, set it equal to zero.
Now if I only knew what the function was for a.
I guess I’m gonna have to solve for it someway.

So I thought back to Calculus.
Way back to Newton and to Leibniz,
And to problems just like this.
And just like that when I had given up all hope,
I said nope, there’s just one way to find that slope.
And so now I, I will derive.
Find the derivative of velocity with respect to time.
It’s as easy as can be, just have to take dv/dt.
I will derive, I will derive.

So I thought back to Calculus.
Way back to Newton and to Leibniz,
And to problems just like this.
And just like that when I had given up all hope,
I said nope, there’s just one way to find that slope.
And so now I, I will derive.
Find the derivative of x position with respect to time.
It’s as easy as can be, just have to take dx/dt.
I will derive, I will derive, I will derive!

 


 



- Postado por: Primeira-Macaca às 17h33
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Lágrima

Surge no avesso, uma dor pungente. 

É resultado de uma ferida cuja razão, cicatrizante, não consegue fechar. 

Através dos olhos traz a cura: Desliza sobre a pele, preenche cada lesão. 

Absorvida pelas rugas, de forma paradoxal remedia o intelecto, faz o coração sarar.



- Postado por: Primeira-Macaca às 10h41
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Escolha

 

O meu ponto fraco sempre foi fazer escolhas. E neste momento, vejo-me diante de mais uma bifurcação na estrada em que caminho. Normalmente eu tentaria andar com um pé de cada lado ou então esperaria até que alguém me encontrasse e me carregasse no colo tomando a decisão por mim. Mas a cada dia que passa, percebo mais e mais que, ao agir assim, estou abrindo mão da minha vida. Preciso me libertar das amarras que eu mesma criei para poder experimentar a liberdade. Diz a lenda que apenas quem se arrisca na guerra consegue provar o néctar dos deuses.  E eu gostaria muito de experimentar esta delícia, mas dá um medinho tornar-se responsável, não dá?

 



- Postado por: Primeira-Macaca às 20h08
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Adeus, meu anjo.... :(

Último e-mail enviado por uma pessoa muito importante na minha vida. Infelizmente não foi apenas uma despedida de quem vai morar longe, mas sim um adeus mais profundo, pois pouco tempo depois fiquei sabendo de sua morte! Antes que alguém me pergunte, seu falecimento não foi intencional, mas devido a um acidente de carro.

"Tu já viste um arco-íris?

Eu tinha sete anos quando o vi pela primeira vez. Estava de férias em Santa Catarina, na casa dos meus avós e, após uma longa espera pelo término de uma curta chuva de verão, olhei para o céu e lá estava ele: doce e lindo, como uma pintura em aquarela. Um belo espetáculo que me fez esquecer de qualquer brincadeira que me esperasse lá fora. Não pude deixar de ficar debruçada à janela até que desaparecesse.

A segunda vez foi ainda mais marcante, pois, ao contrário da primeira, que sumiu rapidamente, apareceu há cerca de nove anos e perdura até hoje. Ele surgiu como uma fraca explosão de cores que saía do meu peito e ia em direção ao seu. Com o passar do tempo, com a nossa convivência, tornou-se mais vivo e mostrou-me o tesouro escondido em teu coração.

Como já disse milhares de vezes, eu ficaria contigo ainda que adoecesses, ainda que ficasses feia, ainda que não pudessemos fazer amor. Eu ficaria contigo ainda que eu tivesse que te dividir com ele. Loucura? Falta de auto-estima? Muito pelo contrário, é muito amor por mim e por ti! E é ainda por este amor que chegou a hora de parar de admirar este arco-íris e seguir em frente. Estou indo para Alemanha na semana que vem fazer um curso e talvez não volte mais. Gostaria de dizer adeus.

Despede-te do Vi por mim! Desejo que sejam felizes!

Um beijo apaixonado de quem sempre te amará!"

 



- Postado por: Primeira-Macaca às 21h33
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Estela

Capítulo 2 - Ménage à trois

Chegado o momento de Estela começar a freqüentar a escolinha, Aldo pediu a Edi que procurasse Roberto para registrar a menina. Moralista, ele não queria que sua neta fosse vítima de fofocas na escola de padres que freqüentaria. Aldo cogitou inclusive pagar alguém para registrá-la caso fosse necessário, mas felizmente não foi preciso. Edileuza conversou com a esposa de Roberto e prometeu nunca mais ter nada com ele caso ela o autorizasse a registrar Estela. Assim foi feito. Amém.

Ainda criança e alienada de tais problemas, Estela levava um vida de classe média alta, cheia de brinquedos e mimos. Certo dia, ao passear com sua babá pela rua, avistou, do outro lado da calçada, uma menina com uma boneca idêntica à sua. Extasiada diante de tal fato, correu até lá e perguntou o nome que a menina havia dado à sua “filha”. A pequena Bruna disse que ela se chamava Angelina. Embora tenha descoberto anos mais tarde que a caixa do brinquedo vinha com este nome em letras garrafais, Estela entrou em choque e nunca esqueceu desta cena ao perceber que, além de idênticas, as bonecas tinham a mesma graça.

Alguns meses depois, Estela e Bruna se reencontraram na escolinha e se tornaram amigas inseparáveis. Estela ia todo dia à casa de Bruna para brincarem de boneca e Bruna sempre ligava para saber se Estela havia feito a lição.

Bruna era meiga e carinhosa, mas ao mesmo tempo mimada e mandona. Ela adorava brincar de Barbie e fingir ser dona de uma creche com Estela. Bruna adorava viajar para o Guarujá com sua melhor amiga levando suas Angelinas. Mesmo novinha, ela recitava como ninguém o poema Alguém, de António Cândido Gonçalves Crespo.

Na mesma época, Estela conheceu Bruno.

Bruno era um lindo menininho loiro que tinha várias gatinhas aos seus pés. Ele adorava perfumes e amava brincar de casinha com Estela. Bruno era apaixonado por carros e dançava lambada como ninguém. Estela sempre achou que ele fosse gay, mas nunca teve coragem de perguntar.

Ainda no Jardim de Infância, Bruna e Estela começaram a namorar Bruno. Um namoro sem beijo, com a inocência das crianças, mas também com uma pitada de ciúmes e traição para melhor representar o ser - humano. Às vezes elas o pressionavam buscando que ele escolhesse uma das duas, em outras aceitavam dividi-lo. Certa vez, cansadas da indecisão dele, resolveram acabar com tudo, e descobriram que ele já estava com outra, Julia. Por fim, Estela e Bruno resolveram assumir um namoro monogâmico.



- Postado por: Primeira-Macaca às 17h10
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"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara." José Saramago

Montagem by Estela!



- Postado por: Primeira-Macaca às 22h05
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Estela

Capítulo 1 – Sem Pai

Cypriano é marceneiro aposentado e, apesar de ter mais de 60 anos, parece ter sido conservado em formol. Ele tem a mesma cara que tinha há 20 anos atrás.
Cypriano gosta de ir ao circo e se diverte mais do que criança quando o palhaço aparece. Ele sempre conta as mesmas histórias e adora se vangloriar dos móveis que construiu para o Shopping Eldorado. Ele não gosta de menininhas com unhas pintadas, da rara doença de sua esposa e do cara que roubou o seu carro.

Edileuza é dona de uma pensão e está amasiada com Alfredo. Ela gosta de reformar a casa e de trocar os móveis de lugar. Ela diz que os remédios convencionais não curam, mas toda a noite passa um creme anti-rugas. Edileuza não gosta de carne vermelha e odeia ser controlada por alguém. Ela sempre procura ajudar os seus familiares, mas tem uma máxima: “Quem come do meu pirão apanha do meu burdão.”.

Edileuza e Cypriano nunca foram casados. Eles se conheceram em uma baladinha qualquer de um dia qualquer e a partir de então começaram a sair.
Edileuza não gostava do nome de Cypriano, então o chamava de Roberto. Ela era livre e desimpedida. Ele era casado e possuía filhos. Mas nada disso impediu o romance dos dois.

Edileuza nasceu no Nordeste e veio trabalhar em São Paulo ainda criança. Após muito sofrimento, como passar fome e dormir na rodoviária, começou a trabalhar como secretária para o “Seu Aldo”.

Aldo era dono de uma refinaria de sal. Ele era casado com Dona Pura e tinha um filho, o Aldinho. Aldo adorava ler enciclopédias, escutar ópera e fazer uma criança sorrir. Ele fumava cachimbo e tinha os dedos tortos, o que o impossibilitava de dirigir. Embora Aldo fosse extremamente moralista, ele tinha uma amante. Aldo não gostava que discordassem dele e raramente pedia ajuda a alguém.

Pura era uma dona de casa extremamente doce. Ela era capaz de animar qualquer ambiente com a sua alegria contagiante. Pura adorava recepcionar as pessoas, ver novela e fazer carinho em quem gostava. Ela odiava ter diabetes e não poder comer doces. Pura não sabia conviver com a pobreza, o que a fez morrer de depressão quando a refinaria de Aldo faliu.

Estela é fruto de uma rapidinha dada por Edileuza e Cypriano num domingo de eleição. Seu nome foi escolhido para homenagear a irmã de sua mãe, Estelita.
Cypriano sumiu assim que descobriu que Edileuza estava grávida. Ele teve medo de tal fato acabar com o seu casamento.
Estela nasceu de cesárea, com oito meses e meio. Seu parto foi antecipado porque o Dr. Nunes, que havia acompanhado Edileuza durante a gravidez, ia viajar. Na sala de parto, os médicos assistiam ao jogo do Brasil enquanto operavam Edileuza. A primeira pergunta que Edileuza fez assim que tiraram sua filha foi: "É branca ou preta?". Cypriano não estava presente. 
   
Assim que recebeu alta, Edileuza foi para a casa de sua irmã, Zilda. Dona Pura foi visitá-la e se apaixonou por Estela à primeira vista. A partir desse dia, adotou-a como neta.
Estela e Edileuza foram para a casa de Seu Aldo e Dona Pura e passaram a morar com eles como se fizessem parte da família. Entretanto, Edileuza teve que sacrificar sua juventude por isso ao ser obrigada a seguir todas as regras impostas por Aldo.
Estela odeia quando sua mãe joga o sacrifício que fez em sua cara, mas ela adora fazer isso a cada discussão.

Aldinho morria de ciúmes de Estela e mal olhava em sua cara. Ele só passou a aceitá-la quando Léa, sua namorada na época, teve uma conversa franca sobre isso com ele. Afinal, como ele podia odiar uma criança que olhava pra ele e sorria?
Aldinho gosta de dançar de forma engraçada quando tocam músicas antigas e raramente fala de outro assunto que não seja informática. Ele tem um ótimo gosto para comida e tem mania de limpeza. Aldinho tem uma filha, Ana Carolina. Ele é depressivo e passou grande parte da sua vida sem trabalhar, o que lhe rendeu uma prisão por pensão alimentícia. Atualmente ele trabalha na lan house do “esposo” de Edileuza, com quem mora até hoje, mesmo após a morte de seus pais.

Estela foi registrada apenas com o nome da mãe.
 
Em breve cenas do próximo capítulo... rs =P



- Postado por: Primeira-Macaca às 17h52
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Nesse momento de reflexão...

Sem tempo para postar, uso as palavras da jornalista Mary Schmich como o meu único conselho para 2008: Use Filtro Solar!

Obs: Eu sei que você já viu esse vídeo, mas não custa ver de novo para ter certeza que não esqueceu de nada! ;)



- Postado por: Primeira-Macaca às 20h39
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Ontem, ao xeretar um site sobre filmes, achei uma crítica sobre “O Labirinto do Fauno” que chamava a pequena Ofélia de esquizofrênica. Comecei então a me questionar se uma criança pode ser tachada de louca por imaginar. Seria o Bobby maluco também? E a cativante Amelie Poulain? Será que uma criança pode ser considerada louca até que amadureça e perca a capacidade de sonhar? Acho que não...


Após refletir um pouco mais sobre o assunto, pude perceber que talvez o problema não fosse a imaginação fértil de Ofélia, mas o fato de usar a fantasia para fugir da realidade. Enquanto ela sonhava para não enfrentar um padrasto fascista e uma mãe doente num mundo marcado pela guerra, Bobby viajava por ainda não ter se acomodado com as verdades impostas pela vida.

Mas se esse poderia ser o motivo pelo qual Ofélia foi chamada de esquizofrênica, então por que Estamira é considerada doente pela sociedade enquanto Amelie é apenas uma sonhadora? Assim como Ofélia, ambas fogem da realidade difícil em que vivem. Amelie se refugia da solidão por ter perdido a mãe e viver com um pai extremamente frio e Estamira prefere sonhar a conviver com a pobreza e com o fato de ter sido abusada sexualmente. A resposta para esta pergunta veio de uma conversa com um amigo no msn: “O que define a patologia não é o mecanismo, mas o impacto na capacidade de sociabilizar e na realização de atividades comuns!”.


Mas várias doenças podem causar os problemas citados anteriormente. Então, O QUE DEFINE AFINAL A LOUCURA? As pessoas simplesmente aceitam, como um dogma, que louco é aquele que não segue os padrões impostos pela sociedade. Mas que padrões são esses que mudam com o tempo, o lugar e as crenças das pessoas?????


Ahhh! Chega de pensar nisso! Se até mesmo Simão Bacamarte, o alienista, internou-se após estudar quase todos os habitantes de sua cidade, quem sou eu para decifrar quem é louco!?! Talvez todos nós sejamos... =P



- Postado por: Primeira-Macaca às 19h01
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Caros irmãos macacos...

 


Venho por meio deste comunicar a abertura oficial do blog "Como calar!?!".
Peço que não esperem apenas posts lúcidos, embora tenha sido essa a idéia original. Afinal, apesar de ser uma macaca diferente, com polegares opositores, inteligência e autoconsciência, sou acometida com freqüência pela cegueira branca, pela surdez seletiva e pela pseudo-mudez.
Prometo também não esperar a simples compreensão de vocês, pois, como bons simiescos de última geração, hão de ter opiniões divergentes das minhas.
Sendo assim,
Dancem macacos, dancem.
Atenciosamente,
Primeira-Macaca



- Postado por: Primeira-Macaca às 17h56
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